quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Meu plano para essa postagem era falar sobre alguns blogs e sites que visito com frequencia. Ia. Mas algo mudou. E por acaso resolvi explicar/descarregar uma pequena frustração que tenho. E falar sobre a idiotice humana.

Todos tem uma série, ou desenho ou mesmo uma banda que acha ótimo mas acabou por alguma razão cretina. E em muitos casos fica aquela pergunta, "por que?".


Eu não tenho as respostas. E para algumas coisas, não há mesmo resposta. Só um grito "MALDITOOOOOSS!!!!!"

E hoje crianças apresento para vocês..



DAVE O BARBARO




Dave é um barbaro imensamente forte, que usa seus braços grossos como troncos de árvore, seu torax do tamanho de um carro e sua espada mágica para.... fazer arranjos de flores e esculpir pequenos animais de madeira. Apesar de ser covarde a ponto de se assustar com a propria voz, ele defende o reino junto com suas irmãs. Candy, a mais velha e atual regente, mais interessada em compras e ser a barbara mais popular que no reino e Fang, pequena e selvagem guerreira, absolutamente inofenciva para qualquer coisa maior que um inseto (ou menos, ela já apanhou de uma ameba), seu velho tio Oswidge, feiticeiro, capaz de grandes magias como fazer aparecer sorvete ou fazer crescer os cabelos das proprias costas e Lulu a sarcastica espada magica e Faffy, o pequeno dragão de estimação e seu QI de um dígito.

O rei e a rainha de Udrogoth sairam pelo mundo para enfrentar o mal, mas o proprio reino não está seguro. Viloes como o Lorde das Trevas Chuckles, o Porco Bobo, um porquinho rosado dono de incriveis poderes mágicos e repletos de planos estupidos. O imenso Quosmir, Deus das Calças Lavadas, metade cobra, metade homem, todo complexo de inferioridade e que tenta esconder a careca com o truque de deixar o cabelo do lado crescer e pentear em cima da parte calva. E o patético Ned Frischman, o homem do distante futuro de 1994, dono do Ziper do Tempo, ele tenta dominar o passado usando game-boys e piadas velhas (não eram velhas na Idade Média).

Mostrando as aventuras da familia real, sempre repletas de insanidades como a vez que o trono real foi usurpado por um duende que mora em um toco de arvóre ou quando o Lorde das Trevas, Chuckles, sequestra o narrador e o usa para controlar o destino de todos, o humor da série é bastante inteligente, embora tenha muitas piadas fisicas, o fino são realmente as tiradas e o humor bem sacado. O que explica seu fim. De fato, como as piadas fisicas ficam em segundo plano, o publico alvo dos executivos da emissora, crianças pequenas, perdem as piadas e o interesse no show. Apesar de ter sido aclamado pela critica, a audiencia era baixa. Foi cancelado com apenas 21 episodios na primeira temporada.







UMA ROBÔ ADOLESCENTE



Pense assim. Se você construir um androide, um robô, dotado de um arsenal imenso, canhões, metralhadoras, misseis e tudo mais, com uma força absurda, capaz de derrotar exercitos e dotado de uma avançada inteligencia artificial você o criaria com uma mente de adulto, com dicernimento e entedimento de seus atos? Uma mente de criança, para aprender e evoluir como inteligencia? Ou o faria como um estranho ser, nem uma coisa nem outra, instavel e inseguro, tomando todo tipo de decisão errada e ainda se achando correto? Em suma um adolescente?

A dra. Nora Wakeman escolheu a última opção e isso levou a um desenho fantástico. A robô adolescente do título é Jenny Wakeman, ou XJ-9. Depois de sua construção ficou isolada em casa até, como qualquer adolescente, desobedecer à mãe, como ela chama a dra Wakeman. No grande Mundo Lá Fora, Jenny encontrou amigos como os irmãos Brad e Tucker, um admirador, o nerd Sheldon e até acabou sendo matriculada na escola.

Lá, encontra as populares primas Crusty, que a detestam e tentam expulsar Jenny da escola, ou no minimo tornar a vida dela um inferno. Jenny tenta a todo custo viver como uma adolescente normal, se divertindo e saindo com os amigos, mas está constantemente tendo que lutar contra monstros e alienigenas. Entre esses, os robôs do Aglomerado (Cluster, no original). Sua líder, Vexus, quer alegadamente "libertar" os robôs da Terra da opreção humana.

A despeito do bom humor do desenho, em a relação com o Aglomerado (que é um nome muito comprido, então vou só chamar de Cluster daqui em diante, se acostumem) a coisa fica um pouco diferente, às vezes. Vejam, a Terra tem muitos robôs, mas poucos com inteligencia artificial. Embora Jenny seja bem aceita pelos habitantes de sua cidade, Tremorton, principalmente devido às suas ações como heroina, esses mesmos habitantes discriminam Jenny, normalmente se ela causa algum estrago maior durante as lutas, ou depois de algum plano mais elaborado das primas Crusty, lembrando-na que ela é um robô, nunca uma adolescente humana. Quando ela acabou no planeta Cluster-Prime, não era diferente dos outros habitantes de lá, todos eram robôs. E ela ficou inclinada a lá ficar. Acabou voltando e se querem saber porque, assistam.

Ao contrario de outros desenhos dessa lista, esse teve até uma vida longa, quer dizer 40 episodios, mais ou menos o mesmo que leva uma luta curta em Dragon Ball Z. Problemas na produção da terceira temporada e baixa audiencia acabaram com o desenho.

Um diferencial desse desenho é o estilo dos desenhos em si. Os fundos em art-déco e o estilo simples dos personagens, me lembram um pouco as produções dos anos 50, principalmente os velhos desenhos do Mr Magoo. Isso é bem visivel nos cenários e no titulos dos episodios.

Ah, bons tempos que esses desenhos muito antigos, como o Mr. Magoo, Pantera-Cor-de-Rosa e outros, muito velhos e escelentes passavam na TV. Me permitiram conhecer essas boas produções, mesmo sendo muito mais velhas que eu. Se eu perguntar pro meu sobrinho quem é o Hong-Kong-Fu vai ser o mesmo que perguntar o sentido da vida, do universo e tudo mais.

42.



EL TIGRE





E voltamos para o absurdo. Uma Robô Adolescente tinha lá seus momentos assim, mas não como Dave o Bárbaro e esse aqui. El Tigre, As Aventuras de Manny Rivera é estrelado pelo, como espero que tenham percebido, El Tigre. Usando um cinto mágico, Manny se transforma em El Tigre e às vezes combate o crime na Cidade dos Milagres. Digo às vezes, pois, com uma certa frequencia, Manny usa seus poderes para cometer atos pouco louváveis.

Ele vive dividido em seguir os passos heroicos do pai, o lendário White Pantera, ou do avô, o super-vilão Puma Loco. Enquanto normalmente aja como heroi, acaba fazendo pequenas vilanias, sempre que tem a chance de se divertir. NÃO ajudando ele a se decidir está sua melhor amiga Frida, responsável por algumas das melhores falas do desenho. Frida tem um bom coração, mas como Manny, tem a tendencia de colocar a diversão sob o respeito à autoridades ou mesmo ao bom-senso.

Sua galeria de vilôes (ou só adversários, dada a indecição de Manny entre heroismo e vilania) é de fazer inveja ao Batimá, e MUUITO melhor que a do Superman. A pior é Sartana dos Mortos, uma zumbi de 200 anos que junto com seu neto, Django quer dominar a cidade. E espero que você tenha notado que os nomes deles são referencia à Sartana e Django, dois dos maiores personagens de faroeste italiano. Vá assistir e volte quando tomar vergonha na cara, seu borra-botas.

Outros vilões incluem O Urso, um cara grande e peludo, incrivelmente forte e estúpido. A Máfia do Bigode, cujos fabulosos bigodões tem vários poderes e o Titã Titaniun, que queria ser parceiro do White Pantera mas acabou indo pro lado do mal.

E valem menção também os vilões aposentados El Tarantula, Mano Negra e o russo Camarada Caos. E o bigode que Manny criou, Raul, e que salvou a vida dele várias vezes.

Diferente de Dave, o humor de El Tigre é bem dividido entre o humor fisico e o excelente texto, mas mesmo assim não foi o bastante para impedir seu cancelamento com 26 episodios. O que é incrivel se pensarmos que foi indicado, e venceu, alguns prêmios Emmy e não há historias de baixa audiencia. Teve um jogo para PS2 e Nintendo DS.

Não dá pra saber o que passa na cabeça de executivos que cancelam um show ganhador de Emmy e mantém I-Carly...

Na verdade dá pra saber...



MEGAS XLR



Esse tem uma historia de sobrevivencia. Os criadores Jody Schaeffer e George Krstic produziram um desenho pra MTV americana chamado Downtown, (nunca assisti). Depois de uma temporada o desenho foi cancelado e parece que ficaram algumas mágoas, (isso será um pouco importante mais tarde). Foram para o Cartoon Network e lá produziram Megas XLR. E pra variar, após 26 episodios, duas temporadas curtas, foi cancelado. O Cartoon não passa mais o desenho e por alguma razão, tambem não lança em DVD. Não, nem em Blu-ray.

Mas enfim, Megas XLR mostra as batalhas de Cara, (Coop no original, não sei o porque da mudança), um gordão imenso, nerd total piloto/motorista do imenso mecha, Megas, seu amigo covarde e paquerador fracassado, Jamie e Kiva, a garota do futuro que seria a piloto original do Megas.

No futuro os humanos estão levando um coça da raça guerreira dos Glorft. A única chance, antes que as últimas defesas do planeta caiam, é enviar ao passado um prototipo roubado dos Glorft e modificado para ser pilotado por Kiva. O prototipo, Megas, ou Mechanized Earth Guard Attack System ( traduza se quiser...), seria enviado alguns anos no passado para uma batalha decisiva entre os Glorft e a Terra. A Terra perdeu esse combate, mas usando o Megas a resistencia espera virar o jogo.

MAS, as coisas dão errado e durante os procedimentos para a viagem no tempo Kiva e Megas são lançados, separados, para um passado ainda mais distante. Megas cai num ferro-velho na cidade de Nova Jersey, ficando soterrado por lixo por 50 anos. E é comprado por 2 dólares pelo Coop (me recuso a chama-lo de Cara). Os Glorft seguem Megas pelo tempo a bordo de sua imensa nave de combate e atacam a Terra. Kiva, chega logo depois, mas devido as modificações que Coop fez no Megas, não consegue pilotar. Modificações essas que, diga-se de passagem incluem substituir a cabeça destruida por um carro, um Plymouth aparentemente, e controlar a maquina com um controle de Mega Drive por exemplo.

E seguem-se várias batalhas, tanto contra os Glorft quanto com outros inimigos, como o estranho Magnanimus, promotor de lutas espaciais, a poderosa arma R.E.G.I.S Mark 5 ou Skalgar, um ser gigantesco e maior criminoso da galáxia.

E por ai vai. Megas é feito de referencias. À quase tudo que conhecemos como cultura nerd. É só prestar atenção, e nem presisa ser muita, para reconhecer personagens de Sailor Moon, Super Mario, Transformers, o Mr. T. Macross, Patrulha Estelar, Halo e muitos mais para citar.

E o elenco de dubladores da versão original é foda. Tia Carrere, você sabe, a gostosa namorada do Wayne em Quanto Mais Idiota Melhor, Bruce Campbell, porra, o Ash de Evil Dead!! E Peter Cullen, OPTIMUS "FUCKING" PRIME!!! Fora que na versão nacional temos Guilherme Briggs dublando o Coop, não é seu melhor trabalho, (prefiro o Freakazoid e o Babão).

Mas como Guilherme Briggs falou certa vez, pena que não entenderam a piada. Os executivos do Cartoon Network, alegando a velha "não dá audiencia o bastante e mimimi...." cancelaram tudo. E eu me pergunto, Andy e seu Esquilo teve 52 episodios. 52!!!!!

Isso parece acontecer com frequencia, fãs de séries sabem bem como é isso, principalmente quem gosta de coisas da Fox, conhecida por cancelar séries a torto e a direito.

Infelizmente, executivos de visão estreita estão no controle. Enquanto condenam bons desenhos a poucos episodios, garantem vida longa a abominações da naturesa como Thornberrys, I-Carly ou Hannah Montana.

Não há desculpas para Hannah Montana.

No mas.

domingo, 10 de outubro de 2010

Review de game -Das Antigas - Gaiares

Alguns anos atrás, eu tinha muito tempo livre e não sabia o que fazer com ele. Claro, algumas pessoas teriam procurado empregos ou ocupado seu tempo ocioso em busca de outras pessoas para fazer sexo. E outras não se incomodariam em arranjar parceiros para fazer sexo.

Eu não. Resolvi fazer reviews e postar em algum lugar. No caso, o fórum do Outerspace. Não me orgulho disso.

Não me olhem assim, todos, em algum momento já ficaram fuçando por lá ou fóruns semelhantes, ouvindo trolls e "istas". Eu sei que vocês fizeram isso, não tentem me enganar.

Mas falo sobre fóruns e afins em outra ocasião. Naquele período escrevi sobre jogos antigos e entre eles um que considero clássico. Não acho que alguém mais pense assim. Não pela qualidade do jogo, mas pelo seu obscurantismo. O jogo em questão é um shmup, ou como chamam na rua de casa, jogo de navinha. O review que postei no fórum Outerspace era bem pequeno e superficial, essa é a "versão do diretor".

Além de repostar e aumentar o texto, vou reescrever algumas partes, pois, sinceramente, não acho que ficaram boas. Sou um critico feroz de mim mesmo, feroz o bastante para ter sérias discussões comigo mesmo. Eu sempre perco.


Gaiares, a pouco conhecida jóia espacial.





A HISTÓRIA

No ano 3000 a Terra se tornou um lixo tóxico, arrasada pelos humanos e se tornou uma desolação inabitável. Na verdade, parece uma previsão otimista das coisas. Vamos conseguir isso em bem menos tempo. MAS, terroristas espaciais, os Gulfer, liderados pela Rainha ZZ Badnusty (que nome), planejam colher a poluição para criar armas de destruiçao em massa. O Aglomerado Estelar Unido de Leezaluth, governantes da galáxia, mandam um aviso para a Terra sobre os planos dos Gulfer. E um ultimato. Se os humanos não conseguirem deter os Gulfer, o Aglomerado seria forçado a tornar o Sol uma super-nova para impedir os terroristas. Mas, se tiverem sucesso, Leezaluth lhes dará um novo mundo, semelhante a Terra para migrarem.

É uma situação curiosa, quer dizer, os terroristas espaciais vão usar nosso lixo tóxico para matar incontáveis inocentes pelo cosmo. Mas acho que isso limparia nosso mundo conforme eles levassem o lixo. Pondo as coisas na visão dos nossos dirigentes atuais, os Gulfer seriam nossos aliados. "Vocês vão matar bilhôes? Ah, mas vão deixar nosso mundo limpinho."

Só que os politicos do futuro tem altruimo (implantado geneticamente, só pode ser). E resolve lutar contra os terroristas. Mas o custo de implantar altruismo nos seus politicos quebrou a economia e a Terra não tem mais condiçoes de sustentar uma campanha militar. A única chance é mandar um jovem piloto, Dan Dare. A sua nave é armada com uma poderosa arma experimental, o Sistema TOZ. O Sistema é operado por Alexis, uma emissária de Leezaluth. Ela deliberadamente apagou de sua mente as memórias de sua cultura para poder ficar na Terra e lutar ao lado de Dan, uma coisa que não entendo até hoje. Ela deve ter tido namoros muito ruins antes de conhecer Dan.


Dan, Dentro da nave e Alexis











Natasha, a rainha do Aglomerado e ZZ Badnusty A rainha ciborgue dos Gulfer


Jogabilidade

Gaiares é um jogo muito dificil, algo no nível de R-Type, ou mais dificil até em alguns pontos. E eu estou falando de coisa séria aqui. Não é incomum acabar levando um game over já na segunda fase. Prosseguir nesse jogo é uma questão de ter bolas de aço, como é comum em shmup de boa qualidade. Se você morreu é porque você errou. Não culpe a nave, seu bosta! Ela tem três velocidades, facilmente ajustáveis com um botão, e nem sempre é bom estar em velocidade total. Os controles são macios e a nave responde de modo excelente. Mas dificuldade insana não abate alguem que joga shmups. Eles preferem assim. SE, o jogo for bom. E Gaiares é.


Há 19 armas diferentes, cada uma com três níveis de poder, a aparencia e efetividade de cada arma varia com o nivel dela. E tudo depende do Sistema TOZ. Ao ver o satélite ao redor da nave logo se lembra de R-Type, mas na minha opinião o TOZ é muito mais criativo e efetivo.
É simples, o Toz é arremessado contra qualquer inimigo, até os sub-chefes, e absorve uma variação da arma daquele inimigo. Cada contato aumenta o nível da arma capturada. Apesar de muito boa, idéia nunca foi copiada totalmente até hoje, em Darius Gaiden dava para controlar os sub-chefes, em G-Darius e Macross: Scrambled Valkyrie do Snes dava para controlar pequenos inimigos e Einhander, do PSOne você pegava as armas dos inimigos.

O sistema TOZ


E como o jogo é muito dificil, é necessario usar o TOZ controlado por Alexis o melhor possível. E é na escolha das armas que está o segredo desse jogo. É preciso um planejamento cuidadoso. Em pouco tempo você vai estar tentando lembrar qual inimigo dá qual arma e testando o TOZ em novos inimigos para ver novas armas. E ficando puto quando sua nova arma é uma porcaria comparada com a anterior. Acontece.


Gráficos

Um dos melhores gráficos em shooters na geração 16-bits e muito bons até para a geração posterior. O primeiro nivel, com suas estrelas e o campo de asteróides é magnifico. E continua muito bom, com muitos ótimos efeitos, como submerção, hipervelocidade, sem sinais de slowdown ou quebra de gráficos. Isso no Megadrive. Se o seu colega tinha um SNES e ficava te jogando na cara os graficos fodassaralhos, mostrar Gaiares normalmente o calava. Isso ou um soco na boca. Os chefes são um espetáculo á parte, todos enormes e bem animados.



A primeira fase e seu belo campo de asteroides.


Dois dos chefes. Uma sereia robô. Simpática.



SOM E MÚSICA


Os efeitos e a música são excelentes, as músicas dos chefes em particular. Como provavelmente você vai ouvir muitas vezes, devido à morrer várias vezes, é bom que elas sejam de qualidade.

CONCLUSÃO

Esse é um jogo que qualquer amante de schups deve buscar, e os não amantes deveriam ver. Não é um jogo facil, mesmo assim a qualidade do titulo vai manter você preso à ele.


Eu não tinha um Megadrive na época e convenci meu primo a comprar esse jogo. Tinha visto um preview na defunta revista Supergame que, como era costume da revista na época, falava bem dele. Não que estivesse errada nesse caso. Mas vou ser sincero, o que me convenceu, e provavelmente também ao meu primo, foi a capa. A capa japonesa original, aquela lá em cima. Você sabe qual, a da mulher nua atrás da nave. Vai lá ver de novo, eu espero aqui.

...


Viu? Bom. Agora, se eu tivesse visto ISSO, a capa americana, estaria correndo até hoje.




No mas.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Como começar?

A idéia básica do mundo que chamamos de Light Seed (na verdade é o nome da primeira historia, mas acabou sendo o nome "informal" do mundo) é que se passa na Terra. Não a Terra como a conhecemos pois a magia sempre existiu nesse mundo e isso, assim como a presença de outras raças inteligentes, ou não, tornou a historia dessa Terra bastante diferente da nossa historia. Mesmo a geografia é diferente em alguns aspectos. Mas ainda assim, é muito parecido.

O All me chamou a atenção em como mostrar esse mundo de forma coordenada. Como criamos isso na forma de uma historia, é dificil até pensar de onde começar. Pensei no formato de um livro de historia, mas não parece interessante, chato, até.

Incrível, se o All e eu começássemos a discutir a historia da Light Seed seria muito fácil saber de onde começar, mas aqui, é até dificil começar.

Eu tenho alguns textos já prontos que explicam partes do mundo, mas temo que, simplesmente colocados aqui, fora do contexto, sejam confusos ou mesmo incompreensíveis. Provavelmente pela forma como os escrevi.

Na historia, uma das personagens, é escritora e publicou, entre outros textos, trabalhos sobre historia. E os textos são escritos como esses pequenos tratados, no modo dela de escrever.

Como esses textos já estão prontos, alguns só precisando de uma lapidada aqui e ali, vou começar com eles mesmo.

Qualquer pergunta é só deixar nos comentarios. Dependendo, posso responder ali mesmo ou em um texto maior. E alguma sugestão sobre como começar será também bem vinda.

No mas.